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E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.

(Gálatas 6:9)

Governo decreta situação de emergência na Bacia do Meia Ponte, em Goiânia
Fonte: IEMIF - 11/09/2017 - hmin
Governo decreta situação de emergência na Bacia do Meia Ponte, em Goiânia

 

 

Moradores reclamam da falta de água e até contratam caminhões-pipa para amenizar o problema na Grande Goiânia. Porém, Saneago diz que situação está praticamente normal.

Por Paula Resende, G1 GO

 

 
 
 
 

Milhares de moradores estão sem água no feriado, na Grande Goiânia

Milhares de moradores da Grande Goiânia enfrentam problemas no fornecimento de água na Grande Goiânia nesta quinta-feira (7), feriado da Independência do Brasil.Devido à escassez hídrica na Bacia do Meia Ponte, que abastece vários bairros da região, o Governo de Goiás decretou na quarta-feira (6) situação de emergência por 90 dias.

A medida foi tomada após a conclusão de um estudo da Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Cidades (Secima) em parceria com Secretaria de Desenvolvimento (SED) e a Saneago. O levantamento credita à estiagem o baixo nível de água do rio.

Segundo informações divulgadas pela Secima, entre os anos de 2014 e 2017 houve redução de 25% nos índices de chuva acumulada nos municípios de Goiânia e Santo Antônio de Goiás. Além disso, o estudo leva em conta que a previsão de chuva até e novembro é de precipitações abaixo do normal.

Apesar de o decreto ter sido assinado pelo governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), ele só deve ser publicado no Diário Oficial na segunda-feira (11). A assessoria de imprensa da Secima adiantou à TV Anhanguera que o decreto autoriza a Secima a tomar, entre outras, as seguintes ações:

 

  • não liberar novas outorgas de uso de água por 90 dias
  • rever as que estão autorizadas
  • reduzir a captação de água mesmo de quem tem autorização
  • lacrar bombas e propriedades sem autorização
  • Liberar água de represas
  • Falta de água

     

    Desde o começo do mês, moradores reclamam da falta de água na Grande Goiânia. A aposentada Ivone, por exemplo, mora com a mãe de 90 anos no Residencial Eldorado e diz que está há seis dias sem água no apartamento.

    Desde então, a saída que ela encontrou foi buscar água para as necessidades básicas em um poço artesiano. Ela enche um balde de 5 litros e leva para a residência dela. Além disso, teve de levar a mãe para a casa de parentes.

     

    “Nunca imaginei que com 70 anos fosse passar por uma situação dessas, acho humilhante, me sinto impotente, a gente paga impostos, a água cara”, desabafou.

     

    Síndicos recorrem a caminhões-pipa para amenizar a situação. “Já comprei 20 caminhões-pipa de água de 15 mil litros cada um. Em dois dias foram R$ 8 mil para abastecer o condomínio”, calcula uma síndica.

    A procura por água é tanta que, segundo o administrador de um prédio, caminhões-pipa estão em falta. “Não tem mais caminhões-pipa para poder fornecer. Antes, ele estava sendo comercializados a R$ 300, já estão R$ 550 e não tem”, reclama outro síndico.

    Moradores da Cidade Vera Cruz, em Aparecida de Goiânia, também enfrentam o problema. “Desde domingo sem água, a gente tem que buscar água na casa de parentes, ir distante para lavar um pouco de louça. Está muito complicado. Desde jeito não dá”, diz Vanessa.

    Outra moradora compra água para beber. “Preciso de água, na minha casa tem animais, é difícil”, relata.

    Apesar dos relatos dos consumidores, a Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago) alega que o fornecimento estava praticamente normal nesta manhã.

    “Hoje praticamente 100% dos reservatórios estão com água pela manhã. A região mais crítica é a sudoeste, que está na ponta, mas de modo geral a cidade toda está recebendo água”, disse o presidente da Saneago, Jalles Fontoura.

    No Setor Vera Cruz , por exemplo, a Saneago disse que não sabe o motivo da falta de água já que o sistema está abastecido. Por isso, enviará uma equipe para apurar o motivo do problema ainda hoje..

     

     
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