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Sabei, porém, que o Senhor distingue para si o piedoso; o Senhor me ouve quando eu clamo por ele.

(Salmos 4:3)

Terapeuta cristã é suspensa do trabalho por orar por uma colega muçulmana
Fonte: IEMIF - 30/07/2014 - 08h52min
Terapeuta cristã é suspensa do trabalho por orar por uma colega muçulmana

 Uma cristã que trabalha como terapeuta ocupacional foi suspensa de seu trabalho por orar por uma colega muçulmana, embora ela tenha lhe pedido para falar de sua fé. Victoria Wasteney é chefe do departamento de terapia ocupacional do Serviço Nacional de Saúde, em Londres, e orou por uma colega muçulmana, depois que ela lhe disse de sua preocupação com a sua saúde.

De acordo com o Urban Christian News, quando Wasteney se ofereceu para orar ela colega, ela aceitou e respondeu: “ok”. Porém, logo depois, a colega muçulmana apresentou uma queixa contra ela, que foi chamado pelo gerente no dia seguinte e suspensa do trabalho por nove meses. Aa informações são de que será conduzida uma investigação mais aprofundada no caso.
 
- Eu teria deixado de orar por ela Imediatamente se eu soubesse que isso a estava incomodando. Mas ela sempre me perguntou sobre minha fé e sempre me pediu para continuar orando – comentou Wasteney sobre o caso.
 
Uma audiência disciplinar conduzida após a denuncia concluiu que Victoria era “culpada” de três crimes: orar por sua colega, convidá-la à sua igreja e apresentar-lhe um livro cristão intitulado “Atrevi-me a Chamar-lhe de Pai”, que conta a história de uma menina muçulmana que se converteu ao cristianismo. Wasteney deu o livro a sua colega muçulmana pouco antes de ela ir para o hospital para um tratamento de saúde.
 
A sanção contra Wasteney foi importa apesar de que a colega que a denunciou não ter comparecido à audiência disciplinar e uma testemunha afirma que ela foi pressionada a fazer declarações contra a mulher cristã.
 
Ao comentar o ocorrido, Victoria Wasteney afirmou que teme ter caído em uma armadilha preparada por sua colega, porque esta sempre pedia para ela falar sobre sua fé. Ela comentou também sobre a diferença de tratamento dada pelas autoridades aos funcionários muçulmanos, que acabam recebendo privilégios por causa de sua religião.
- Há, sem dúvida, desigualdade de tratamento entre os funcionários cristãos e muçulmanos. (…) Os muçulmanos podem orar cinco vezes por dia, o que não me incomoda, mas aos cristãos é negada a permissão para ir à igreja aos domingos, para orar depois do almoço ou para se encontrarem para um culto – criticou a terapeuta.
 

 
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